Hoje eu decidi ouvir poetas recitando suas poesias,
Colocando-os em um duelo - quem melhor me descrevia.
Ouvi versos diversos com letras e sinfonias,
Chorei sem saber cantar a dor de quem não conhecia.
E eu que estou mais sério em noite que só folia,
Sorri ao cantar a morte daquele que jorra agonia.
Pois verso que me é falso, verso que mal fantasia,
Só faz-me efeito ralo: Se é choro, sinto alegria.
Verso que cedo veio, do homem que tarde foi,
Cantado à morte creio, mal fora ração pra boi,
A carne tão valiosa da vida que foi discreta.
Pois verso em dois mil e treze não vale mais um real,
Por isso há poucos homens que rezam em um sarau...
Vou cedo, pois tardo em mim a sede de ser poeta.
Esse é o cara!kk Sucesso Manu....seus versos tão atuais....nos fazem rir, chorar, rir de novo..e o mais importante..nos leva a refletir! nem precisa dizer q sou sua fã né chapa??
ResponderExcluirValeu, Lucelia... ;)
ExcluirNão entendo o porque da sede...oeta vc ja é todos nós reconhecemos....espero que voce tenha registrado suas poesias antes de coloca-las aqui....
ResponderExcluirRegistrei nada... Todas sujeitas a roubo, mas quem quer mesmo isso? rs... Bjo, Lyana.
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